ARTIGO

VIVENDO NUMA BOLHA

VIVENDO NUMA BOLHA

Os cristãos são vistos como ex alguma coisa. Quem não nasceu em berço evangélico conheceu a Cristo em sua vida rotineira e pecaminosa. Simplesmente ouviram falar de Jesus, se arrependeram de seus pecados e tiveram a mesma atitude que Maria Madalena. Esta atitude é conhecida como conversão verdadeira. Quando há o arrependimento e a negação de si mesmo ou de suas próprias vontades.

Vivemos numa bolha quando muitos encaram nossa vida particular e a nossa família como o objeto sagrado ou o patrimônio da igreja. Não podemos parar pra respirar e nem ter a chance de realizar nossas idealizações porque alguém superior a nós tem medo que cometamos falhas ou enganos.
Mas afinal de contas não é assim que aprenderemos e amadureceremos?

Viver numa bolha é se sujeitar a alguém que faça com que você seja dependente de suas vontades ou de seu consentimento. Qualquer passo fora do seu conhecimento e de sua visão serão imperfeitos ou maldição pra sua vida.

Estar numa bolha é não aprender a ter cautela, mas ter medo de perder o rumo ou a direção do que já projetaram para sua vida. É não ter poder de decisão. Ser limitado a ponto de se sentir preso a algum nome por medo de ousar e decidir por si.

II Corintios – Capítulo 3 – Versículos 16 e 17
Contudo, convertendo-se um deles ao Senhor, é-lhe tirado o véu.
Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade.

Se alguém trata a outra pessoa como se vivesse em sua bolha, não há liberdade no Espírito e sim limitações humanas. O medo de perder, o receio de não ser ouvido, a falta de confiança e a insegurança faz com que essa bolha criada torne-se um sistema retórico e sujeito a tornar-se uma prisão para as pessoas envolvidas.

Onde entra o discipulado nessa história toda? Não existe.
Só existem advertências, alertas repetitivos e punições indevidas.

II Corintios – Capítulo 3 – Versículos 16 e 17
Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

Será que vale a pena tratar os outros como se vivessem numa bolha?
Desta maneira ninguém é transformado de glória em glória, para que ninguém se glorie.

Pense nisso!

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